Cybermonge

Falando com o Estraviz, descobri que ele republicou o cybermonge no tzatziki. Lá nos idos de 2001, isso me inspirou bastante.

Para cada música um iluminado. Cada dança uma exaltação. Cada festa, um solstício. Para que todos os links caóticos comprovem o único. E que a energia universal alimente e despegue. Que as sinapses fortaleçam as cordas. Que as preces sejam música. Que as pedras sejam deuses, as árvores anjos, os prédios belos e os quadros brancos.

(atualizando) e também não tinha me ligado que o blog cybermonge continua no ar! valeu o link, estraviz!

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