Arquivo para a Uncategorized categoria

Cem dispositivos telepáticos, reconstruídos

Postado em Uncategorized com as tags , , em fevereiro 18, 2010 por felipefonseca

“Reconstrução de protótipos de invenções usadas durante a criação do Filme Telepático das TRIBOS PERDIDAS.”

Gerador

Postado em Uncategorized com as tags , , , , em fevereiro 3, 2010 por felipefonseca

Esqueci de publicar antes esse vídeo do pessoal instalando na reserva Canhambora o gerador elétrico construído com material reutilizado. Não é a montagem do gerador em si nem o funcionamento dele que me interessam aqui, mas a peregrinação da galera no meio da mata, levando aquele ícone fabricado. Um pouco de tecnomagia nos cantos…

Postado em Uncategorized com as tags , , em fevereiro 3, 2010 por felipefonseca

montanha magica

Dica tecnomágica do glerm, A Montanha Mágica do Jodorowski. Uma boa resenha aqui coloca que “Ícones, antes de seu sentido espiritual, são construções artísticas“.

Ocultura

Postado em Uncategorized com as tags , , em fevereiro 3, 2010 por felipefonseca

Marcelo Terça-Nada avisa que saiu mais uma fornada de e-books com material do rizoma.net. Uma das publicações dessa vez é da seção “Ocultura”:

RIZOMA.NET – Ocultura


download (87 páginas)

visualizar on-line:
CamaléoIssuu

A experiência sagrada do longínquo

Postado em Uncategorized com as tags , , em janeiro 18, 2010 por felipefonseca

FUJI e a experiência sagrada do longínquo, via Blog do Instituto Sergio Motta

(…) o trabalho FUJI, da artista israelense Nurit Bar Shai. Nesse projeto, inúmeras webcams que transmitem imagens do monte Fuji, no Japão, são conectadas. Segundo a artista “a obra examina a autencidade da experiência à distância da natureza, lugares e ícones sagrados, onde o hiato entre o lugar real e sua representação passam a não existir.” O objetivo é colocar em perspectiva o envolvente imediatismo e a enorme variedade de transmissões ao vivo via Internet, bem como a crescente necessidade de conexão com sujeitos distantes, pórem reais. Essa nova maneira de socializar vem alterando nossa vivência do espaço que, invariavelmente, passa a ser dada por meio de imagens.

Tea leaves

Postado em Uncategorized com as tags em dezembro 17, 2009 por felipefonseca

via Rob van Kranenburg.

Datamining is a very old practice. Before people had computers to compute databases with, they read their tea. Or better the leaves left in the cup afterthey had drunk their tea. Hmm!

Mais aquie.

Ethereum

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , em setembro 21, 2009 por felipefonseca

E ainda um pouco mais do Techgnosis de Erik Davis, em tradução livre.

À medida que o mesmerismo perdia a popularidade na Europa do século XIX, ele se tornava uma verdadeira febre nos Estados Unidos. Milhares de pessoas se submetiam às mãos magnetizantes de mesmeritas andarilhos para seu reumatismo, dores menstruais, enxaqueca e melancolia.  (…) Ao mesmo tempo, mesmeritas mais sérios estavam penetrando os miríades de dimensões da consciência humana, e explorando linguagem quase eletromagnética a cada passo. Escalando um arranha-céus neoplatônico de estados alterados, pacientes mesmerizados (hipnotizados) contavam ter sentido “sensações de formigamento” ou “vibrações” fluindo através de si. Alguns experimentavam “ondas de energia” e viam auras de luz. Nos transes mais profundos, algo como consciência cósmica aparecia, à medida que a mente do paciente, dizia-se, alcançava a identidade com a própria força do magnetismo animal. Clarividência, telepatia e outras singularidades paranormais surgiam – fenômenos que o mesmerita Stanley Grimes atribuía ao ethereum, uma “substância material ocupando espaço, que conecta os planetas e a terra, e que comunica luz, calor, eletricidade, gravitação e emanações mentais de um corpo para outro e de uma mente para outra”. Perceba-se que, juntamente a forças físicas, o ethereum de Grimes também comunica “emanações mentais” – ou seja, informação.

Fluidium

Postado em Uncategorized com as tags , , , em setembro 21, 2009 por felipefonseca

Ainda no Techgnosis, pp. 57/58, em tradução livre.

Sem dúvida, o mago supremo da cura magnética era Franz Anton Mesmer, conhecido hoje ora como rei dos charlatães ora como o homem que sem querer deu origem à psicanálise. Nascido em 1732, Mesmer obteve seu título de doutor pela Universidade de Viena, onde escreveu sua dissertação sobre a influência dos planetas no mundo terreno. Para explicar como as forças astrológicas poderiam produzir ação à distância, Mesmer postulou um fluido sutil que ele chamava fluidium, um meio diáfano que comunicava vibrações lunares para as marés da mesma forma que possibilitava que Venus e Júpiter ajustassem os destinos humanos. O fluidium tomava forma no conceito Newtoniano de éter, um fluido invisível que permearia o espaço e serviria como meio estático para a gravitação e o magnetismo, bem como sensações e estímulos nervosos. Para Newton, o éter servia para explicar como os corpos distantes do sistema solar comunicavam-se uns com os outros, e ao mesmo tempo livrar-se da abominável ideia de um universo em que existisse o vácuo. Mas como o próprio trabalho de Mesmer mostra, o éter também funcionava como solo intermediário para todo tipo de intuições animistas e forças ocultas que se recusavam a aceitar as engrenagens e alavancas da cosmologia mecanicista. Dado o lado alquimista do próprio Newton, isso não deveria ser uma surpresa; ele mesmo imaginava que o éter estava abundante de um espírito vital, e mesmo sua linguagem de “atração” gravitacional carregava um traço de Eros, a cola espiritual que os neoplatônicos acreditavam manter o cosmos unido.

Trechos I

Postado em Uncategorized com as tags , em agosto 20, 2009 por felipefonseca

Meu pensamento muitas vezes segue circuitos espirais de realimentação – idéias que vão recebendo adições como o fluxo de um rio recebe afluentes, para depois chegar a um estuário, evaporar e voltar a seu leito, com águas misturadas. Quando estou cansado ou sob algum tipo de stress, chega um momento em que me distraio e a espiral adquire contornos estranhos: se formam idéias sem muito sentido, e quando páro para analisar, não encontro indício de onde vieram. Há alguns anos isso me desconcertava um pouco, chegando a prolongar a insônia ou quebrando meu ritmo de produção. Hoje em dia aprecio essas idéias como quem desfruta de um haikai. Elas não sobrevivem a explicitação em texto, então não vou tentar repetir aqui.

Traços I

Postado em Uncategorized com as tags , em agosto 18, 2009 por felipefonseca

VS acordou de repente. Ficou tonto por alguns segundos até lembrar onde ficavam a porta e a janela. Acendeu o abajour e ficou olhando para o teto manchado, tentando fisgar na memória recente pedaços do sonho que tinha acabado de deixar. Uma praia de rio, pedalando uma bicicleta. Um silêncio incômodo, a não ser pelo barulho dos seixos debaixo dos pneus. Corvos deixando claro que não estavam nem aí pra sua presença. Um caminhão acelerando em sua direção. Medo. Mais nada. Ficou satisfeito por não ter sonhado com aquele mendigo de túnica outra vez.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.